Título Original:  The Fault In Our Stars


Nacionalidade: EUA


Gênero: Romance & Drama


Lançamento: 5 de Junho de 2015


Duração: 2h 5min


Com:  Shailene Woodley, Ansel Elgort, Nat Wolff



Nota: 5/5


Heey !

Faltei na escola para assistir ainda na estréia, sei isso é feio, mas a culpa não é minha a culpa é das estrelas. Peguei uma fila enorme, muito grande mesmo, paguei inteira porque perdi minha cardeira de estudante. Mas, enfim eu NÃO choro em filmes, em ACEDE foi impossível não chorar.


Primeiro tenho que dizer que retiro TUDO que falei de ruim sobre o Ansel. Ele deu um show de atuação e não lembra em nada o Caleb, ele ficou fofo e encarnou o Gus. Era como se tivessem xerocado o livro e dele tivesse saído do Ansel.  Aquele jeito safado que a Hazel diz no livro é exatamente o que o Ansel faz o filme. 

Ele até pode não ter a aparência do Gus e não ser tão bonito quanto mas, ninguém pode dizer que o Ansel não sabe atuar ou que ficou horrível no papel. Achei que foi perfeito para o filme, ele desenvolveu tão bem o papel que ficava difícil não amá-lo.

A Shailene já me fez amá-la como Tris e em A Culpa é Das Estrelas podemos perceber em como ela é uma boa atriz. Assim como o Ansel, a Shai soube fazer com perfeição a Hazel. Você não a associa com a Tris e fãs que me perdoem com o que vou dizer agora, mas para mim a Kristen (Bella) sempre me lembra a personagem, não que eu ache que ela não é boa atriz, e ela é

Mas, com a Shai é diferente. Parece que ela estudou a Hazel e renasceu como ela, é inexplicável em palavras  o quanto eles dois atual bem. Sem contar que ambos tem presença juntos, ficam lindos e combinam. Ambos nasceram para viver o papel, e não é porque sou fã dela.

Senti falta de algumas partes do livro no filme, como a parte em que a menininha pede a cânula da Hazel, pensei que teria essa parte e eu acho que faltou porque além de fofa era a visão que as pessoas tinham dela e da doença. Achei bom que não teve a parte da namorada do Gus, porque era meio desnecessário, mesmo eu sabendo que a insegurança da Hazel era perfeitamente normal.

Gus se mostra ainda mais amável do que no livro, sempre com uma frase de efeito e cheio de si. O que mais gosto dos personagens do Green, em especial a Hazel e o Gus, é que eles aceitam a vida que tem, aceitas seus problemas mesmo que tenham medo deles. É isso é visível no filme.

Todos os sentimentos do livro são visíveis no filme. O medo, a dor da perda, dois namorados, a família, o sofrimento. Tudo isso é perceptível. É o tipo de filme que qualquer um pode ir ver, mesmo que não tenha lido o livro ou que não goste do John Green.

Sinceramente não acho que é um filme sobre amor, e não levaria meu namorado (caso tivesse um ) é um filme sobre autoconhecimento, saber que enquanto estamos aqui há crianças morrendo de câncer e que estão aparentemente "bem" com isso. 

Peter (sobrenome difícil demais u.u) é tão frio e sem sentimento, ou como sabemos ele o perdeu durante a vida, quanto no livro. A Hazel age exatamente como no livro, mesmo que nele a discussão de ambos seja longa, no filme ela é intensa porém breve.

Os pequenos "detalhes" do livro pelos quais somos apaixonadas como o famoso Okay. Ou as frases que amamos como "Aparentemente o mundo não é uma fábrica de realização de desejos" entre outros milhares de quotes que amamos. Não faltou absolutamente nada, estava tudo lá na grande telona.

O filme é cheio dos detalhes que amamos e não faltou nada, era tudo tão perfeito. Embora dizer "perfeito" seja sem graça é uma palavra que define muito bem, porque o filme é isso. Um romance sobre crianças com câncer mas, que vivem e amam como todas as outras porque apesar de tudo ainda são apenas adolescentes. 

Eu recomendo e sem dúvida um dos mais fieis que já vi. Espero que todos possam se apaixonar pela história como milhares de pessoas já gostam. É tudo maravilhoso. Okay? Okay.


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