Bom Dia !

Confiram os lançamentos de Maio do Grupo Autêntica:


Aos 13 anos, Isadora Faber, uma estudante de escola pública de Florianópolis (SC), indignada com os problemas de ensino e infraestrutura de seu colégio resolveu criar uma página no Facebook, o Diário de Classe, para denunciá-los. Chamou a atenção da imprensa nacional e internacional, mobilizou milhares de seguidores e conseguiu as mudanças que reivindicou. Sua jornada, no entanto, foi árdua: sofreu críticas, ameaças, represálias, agressões e processos. Porém, não desistiu, e hoje tem mais de 625 mil seguidores, inspirou a criação de mais de cem Diários de Classe, já participou de inúmeras palestras e eventos, ganhou prêmios e fundou a ONG Isadora Faber, com a qual continua seu trabalho por uma educação pública de qualidade no Brasil. Mais que um relato de coragem e do poder do webativismo, este livro é um retrato perturbador da situação da educação e dos serviços públicos brasileiros, que grita por cidadania e por transformações urgentes.



Perseguida ao longo do Mar Real e aterrorizada pela memória dos que se foram, Alina Starkov tenta levar uma vida normal com Maly em uma terra desconhecida, enquanto mantém em segredo sua identidade como Conjuradora do Sol. Mas ela não pode ocultar seu passado e nem evitar seu destino por muito mais tempo. Ressurgido de dentro da Dobra das Sombras, o Darkling retorna com um aterrorizante e novo poder e um plano que irá testar todos os limites da natureza.Contando com a ajuda e com os ardis de um admirável e excêntrico corsário, Alina retorna ao país que abandonou, determinada a combater as forças que se reúnem contra Ravka. Mas enquanto seus poderes aumentam, ela se deixa envolver pelas artimanhas do Darkling e sua magia proibida, e se distancia cada vez mais de Maly. Ela será então obrigada a fazer a escolha mais difícil de sua vida: ter sua pátria, seu poder e o amor que ela sempre pensou ser seu porto-seguro ou arriscar perder tudo na tormenta que se aproxima


Este é um livro acerca dos usos dos espaços urbanos situados entre os edifícios das cidades e ao redor deles. Parece estranho anunciá-lo deste modo. Como se não fosse esse o lugar onde a ação política mais e melhor se expressa. Contudo, muitas das narrativas sobre o político surgem silenciadas ou invisibilizadas pelos quadros teóricos e analíticos que usamos correntemente para compreender/descrever a realidade política urbana.São Petersburgo, janeiro de 1905. Que sabemos acerca dos modos como a ação política se organizou e foi reprimida nas ruas e praças dessa cidade monumental, em vésperas de uma histórica revolução? Pouco… quase nada. Os exemplos sucedem-se sobre lugares e lutas silenciadas, por isso tornados ausentes. Parecem não ter (ou não ter tido) existência.Este Ruas e Redes trata de ruas, praças e boulevards de insurreição e rebeldia. Tudo recente… tudo incandescente. Começou há pouco, em Tiananmen. Varreu Sintagma, fez explodir Tahrir, revelou-se na Plaza del Sol… Em seguida passou o Atlântico e fala português. Os espaços públicos urbanos tornados tecnologia política que suporta dinâmicas de protesto social é a narrativa contida nas instigantes sete peças que compõem um livro que se lê de um fôlego. No seu conjunto, revelam uma cidade comunicante e uma gramática política renovada. Juntas, uma e outra, tornam este livro diferente de outros que, repentistas, procuraram, também eles, escrever o surto de acontecimentos iniciados em 2013. A interação da política com as tecnologias e os suportes de comunicação constitui, porém, a diferença específica deste livro. A noção de tempo, tal como a noção de espaço, altera-se, em consequência. Tudo está a mudar. Inclusive a linguagem plástica em que essa mudança se enuncia e a consciência que temos dela. Ruas e Redes mostra, categoricamente, que não é mais possível ignorar, silenciar e tornar invisíveis as novas dinâmicas, os novos instrumentos e atores, como também os renovados lugares de fazer política. Nos espaços livres situados entre as casas que habitamos na cidade e ao redor delas…




Este livro faz parte de uma virada no modo de entender o jornalismo. Até recentemente, ele era pensado por meio de categorias do século passado, de teorias da informação que utilizavam um modelo de fluxo linear. Este livro subverte o modelo e propõe que pensemos o jornalismo a partir do conceito de experiência, que ocorre em uma teia de relações que se tecem e entretecem continuamente, criando e recriando mantos de significados que nos recobrem. Questiona quem produz e quem consome a notícia no mundo de hoje, indaga até que ponto o jornalismo é uma janela para o mundo. Atravessa a janela e observa o jornalismo pelo seu avesso. Revê conceitos consagrados, tais como fontes, canais, veículos, agenda, informação, atualidade, temporalidade, o fático e o fictício. Os autores não se prendem a rótulos acadêmicos e a velhas teorias. Relatam experiências pessoais, em linguagem descontraída e bem-humorada. Ilustram suas reflexões com casos vividos, histórias do cotidiano e episódios do jornalismo diário, que tornam a leitura agradável. Suscitam mais perguntas que respostas e repõem o jornalismo na complexidade que lhe é inerente. Leitura imperdível.


No coração de uma floresta selvagem do sul da Finlândia, em uma magnífica mansão, Elina Rosberg fundou um centro de terapia para acolher mulheres com os mais diversos problemas. Isolado da cidade, o local proíbe a entrada de homens.No dia seguinte ao Natal, o corpo de Elina é encontrado na neve, com o rosto coberto pela geada. Acidente? Assassinato? Na lista de suspeitos estão as mulheres presentes no momento da tragédia, como a jovem mãe de nove filhos, membro de uma seita religiosa, e uma stripper do bairro boêmio de Helsinque. Um poeta em voga, com quem Elina mantinha um relacionamento, parece ter algo a esconder e também está entre os suspeitos.Está nas mãos da inspetora Maria Kallio desvendar esse crime, mas ela passa por um momento difícil: recém-casada, sofre de náuseas e de um estranho cansaço, e ainda tem de lidar com as constantes ameaças que recebe desde que se envolveu na investigação. Ela, porém, não se deixa abater e mergulha de cabeça. A tensão, que cresce a cada página, faz deste romance policial um suspense garantido até o último momento.



Nesse início de outono, dois assassinatos cometidos um após o outro vêm perturbar a relativa tranquilidade de River Falls, que começava a se restabelecer da sórdida sequência de crimes de alguns meses antes.

O primeiro assassinato causa estardalhaço: Robert Gordon, um advogado brilhante, conhecido por sua filantropia, é encontrado eletrocutado na banheira

de sua luxuosa mansão em Golden Hill, o bairro rico da cidade. Tudo indica que o assassino tentou disfarçar o crime em suicídio, mas de maneira descuidada. No mesmo dia, o corpo de um mendigo, coberto de hematomas e encontrado no rio, chega ao necrotério, sem causar maior comoção. A priori, nenhuma ligação entre os dois casos.

O xerife Mike Logan, com a ajuda de sua companheira, a célebre profiler Jessica Hurley, terá de elucidar

os assassinatos.Tem início um inquietante mergulho nas regiões obscuras da alma humana que revelará segredos devastadores.



Deixe um comentário