Heeeey 

Quem surgiu dos mortos? Isso mesmo John Green! Depois de sucesso com os livros A Culpa é das Estrelas, Quem é Você Alasca?, O Teorema Katherine, Cidades de Papel e parceria como Will & Will o autor volta ao mundo literário com Tartarugas Até Lá Embaixo. O livro fala sobre a jornada de Aza Holmes que tem 16 anos e sai em busca de um milionário desaparecido enquanto lida com seu problema com TOC (Transtorno Obsessivo Compulsivo), é um livro cheio de referências a vida do autor e promete conquistar os leitores mais uma vez. Ontem (11) a Editora Intrínseca, casa do autor no Brasil, divulgou a capa brasileira do livro:


Você pode acessar mais informações clicando aqui e ficando por dentro das novidades 


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Título Original: Confess
Editora: Galera Record
Página: 320
Gênero: YA, Romance
Nota:




Heeey 

Para os que acompanham o blog ou o meu instagram sabem que sou completamente maluca pela Colleen Hoover, quando Confesse saiu eu mal podia esperar para ler e ver a série de TV (que infelizmente não tem legendada). Com o livro em mãos li em um dia e só conseguia ficar com traumas depois de terminar, então confiram:

Auburn Reed perdeu tudo que era importante para ela. Na luta para reconstruir a vida destruída, ela se mantém focada em seus objetivos e não pode cometer nenhum erro. Mas ao entrar num estúdio de arte em Dallas à procura de emprego, Auburn não esperava encontrar o enigmático Owen Gentry, que lhe desperta uma intensa atração. Pela primeira vez, Auburn se vê correndo riscos e deixa o coração falar mais alto, até descobrir que Owen está encobrindo um enorme segredo. A importância do passado do artista ameaça acabar com tudo que Auburn mais ama, e a única maneira de reconstituir sua vida é mantendo Owen afastado.

Outras capas:

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Definitivamente meu livro preferido da CoHo continua sendo O Lado Feio do Amor (Ugly Love), para quem procura um romance dela um pouco mais "família" e "fofinho" definitivamente Confesse é o indicado. A pegada do livro não é uma que em atraí muito, aquele romance do tipo "fomos destinados um para o outro" abri uma exceção para minha autora preferida de romance. Quando peguei para ler foi apenas por curiosidade, vontade de ler algo dela depois de Ugly Love, Confesse é arrebatador em sua história, é profunda, fala sobre amor, perdão e escolhas e como sempre todos esses assuntos pesados são debatidos de forma bem leve no livro dela.

Auburn é a protagonista junto com Owen, eles se encontram após ela ver uma placa na galeria dele dizendo que estavam contratando. Eles tem aquele primeiro contato bem característico dos romances, ou seja, algo que jamais em hipótese alguma aconteceria na vida real. Dois desconhecidos que tem seu destino traçado por um emprego, Owen paga para que ela fique na recepção da sua venda de quadros. Após uma noite intensa, eles não querem se despedir e então o romance começa.

" Ás vezes, a luz do apartamento dele no primeiro andar está acesa, e fico com vontade de tacar fogo naquele lugar. Não é verdade. Peguei um pouco pesado. Eu não tacaria fogo na sua bela arte. Só nele"

O livro tem muitas falas engraçadas e é o que eu mais amo na CoHo, ela sabe deixar uma situação pesada bem leve mas sem tirar o significado da situação. O fato das inicias de Owen ficarem OMG (Owen Mason Gently) foi um dos motivos pelo qual mais dei risada, me pegava imaginando milhares de situações em que aquela frase poderia ser dita na presença do Owen. Auburn é muito irônica e isso também deixa muito mais engraçado. O que me surpreendeu foi o fato de eles serem bem novinhos, ambos com 21/22 anos e torna aquele romance bem gostosinho de ler.

Owen conhecia Auburn antes de ela aparecer na sua porta, o livro gira em torno de alguns mistérios sobre ambos que ficamos até as últimas páginas para entender o porquê de tudo aquilo. O livro não se inicia com ambos, começa com Auburn se despedindo do seu namorado Adam, eles tem só 15 anos, mas ele está morrendo e esse é um dos primeiros traumas que acontecem com ela. Com 21 ela não sabe nem o que fazer da vida, fez uma faculdade rápida de cosmetologia, trabalha em um salão e perdeu o controle da própria vida.

" - Ás vezes, a gente não tem uma segunda chance, Owen. Ás vezes, as coisas simplesmente acabam"

Identificar-se com Auburn nessa fase perdida da vida dela não e difícil, ela sente que perdeu tudo e a si mesma e diante disso não pode continuar, Owen tem muitos traumas do passado e se sente igualmente sozinho. Juntos eles vão construindo uma relação com altos e baixos e ao longo disso o leitor conhece melhor a personalidade e as coisas que o tornam mais parecidos um com o outro.

Não é um dos livros que mais amei, mas é uma leitura muito rápida, leve e apaixonante. Cada página se torna impossível não querer fazer parte da vida do Owen e da Auburn. A narrativa é na primeira pessoa e os capítulos alternam entre Owen e Auburn, conhecemos os dois e percebemos como seus pensamentos são complementares mostrando que existem mais coisas incomum entre eles do que ambos imaginam.

"A caminhada do trabalho até minha casa é longa, e longas caminhadas me fazem pensar na vida, e minha vida me faz chorar."


Eu amei, mesmo não sendo um dos meus favoritos é um dos queridinhos do segundo semestre, mal posso esperar para a Galera Record lançar a capa brasileira de It Ends With Us o próximo romance da Colleen Hoover que será lançado ainda esse semestre 



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Título Original: The King's Cage
Editora: Seguinte
Página: 552
Gênero: YA, Fantasia
Nota: 





Heeey 

Red Queen é um amor que surgiu antes mesmo de a Editora Seguinte ter os direitos de publicar o livro aqui no Brasil, todavia A Prisão do Rei foi uma leitura difícil e foram as 300 páginas mais longas que já li. Maaaas, vamos lá na resenha e continuem lendo para saber o que realmente achei desse livro.

No terceiro volume da série que já vendeu mais de 250 mil exemplares no Brasil, tudo vai queimar.
Mare Barrow foi capturada e passa os dias presa no palácio, impotente sem seu poder, atormentada por seus erros. Ela está à mercê do garoto por quem um dia se apaixonou, um jovem dissimulado que a enganou e traiu. Agora rei, Maven continua com os planos de sua mãe, fazendo de tudo para manter o controle de Norta — e de sua prisioneira.
Enquanto Mare tenta aguentar o peso sufocante das Pedras Silenciosas, o resto da Guarda Escarlate se organiza, treinando e expandindo. Com a rebelião cada vez mais forte, eles param de agir sob as sombras e se preparam para a guerra. Entre eles está Cal, um prateado em meio aos vermelhos. Incapaz de decidir a que lado dedicar sua lealdade, o príncipe exilado só tem uma certeza: ele não vai descansar enquanto não trouxer Mare de volta.

Outras capas: 

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Pode conter spoilers de 
A Rainha Vermelha e  Espada de Vidro

Mare Barrow está ainda mais impossível nesse livro, sua personalidade está mais forte, mais decidida e pronta para se tornar a verdadeira guerreira que ela é. Embora tenha sido uma leitura difícil até quase a página 150 o livro é muito bom, ele é difícil de ler porque até a página 250 achei a história toda muito parada, só ameças e não saia daquilo, eram muitos planos e nada colocado em prática. A Prisão do Rei foi um livro em que o leitor literalmente conheceu melhor alguns personagens como a Evangeline (ela me surpreendeu muito).

As brincadeiras de gato e rato do Maven com a Mare se tornam ainda mais fortes e eu tenho que dizer que foram diálogos intensos e amáveis, embora meu coração seja do Cal. Mare é uma prisioneira no castelo, um brinquedo nas mãos da corte e do rei prateado, ela está há meses ali sofrendo enquanto a Guarda Escarlate luta para tirar os sangue-novos da s mãos de Maven, infelizmente isso não dá tão certo. Maven tem muitos planos na manga e isso tornará o caminho dos vermelhos ainda mais difíceis.

"Somos fios desencapados e máquinas defeituosas, ainda aprendendo sobre nós mesmos e nossas habilidades."

Mare começa a definhar, é inevitável saber que seu fim está próximo, ela fora silenciada com Pedras Silenciosas que anulam sua eletricidade, mas enquanto isso os rebeldes continuam organizando ataques mais rápido, a guerra está chegando eles precisam estar preparados. Evangeline, noiva de Maven, e sua família acham que Maven não está dando o verdadeiro castigo a Mare e que ele está dando atenção demais aos sangue-novos, Maven não acha e o que ele pretende faz entendermos quem ele é mas ao mesmo tempo temos pena.

O livro é marcado por mais reviravoltas, mortes, mentiras, traições e quase, apenas quase no final, vemos uma relação amorosa entre Mare e Cal (sou muito Care shipper sim) como sabemos esse não é o foco do livro mas não faz mal sonhar. Cada página é um ataque cardíaco diferente, mas só vemos isso depois que o livro para de enrolar, até chegarmos a uma parte boa a leitura é chata e massante. 

"– E uma guerra é uma guerra, Mare Barrow. Não importa quão boas sejam suas intenções".

O final e a atitude de Cal foram ridículos devo dizer, apenas mostrou que ele não estava tão com os vermelhos como dizia, embora eu ainda goste dele e seja um mocinho presente no meu coração não sei como Mare vai lidar com essa escolha tomada por ele. O livro é pura história, vemos mais sobre o surgimento dos sangue-novos, dos prateados e dos poderes eu que envolvem esse povo.

Como toda boa distopia, A Prisão do Rei, tem muito sangue, muita luta, guerra, traições e nunca sabemos em quem confiar e não sabemos o que virá a seguir. Espero que o próximo livro não seja tão longo e que mesmo que seja não tenha um começo tão monótono quanto esse foi. Era um dos livros que mais esperei em 2017 e infelizmente demorei a sentir que a leitura seria boa.

"Não estou sangrando desta vez, mas queria estar. Para mostrar a todos o que sou, o que sempre fui. Vermelha. Ferida. Mas viva."


Só sei que estou torcendo e estou curiosa para saber o que virá a seguir.



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Heeey !

Para os amantes das histórias de A Culpa é das Estrelas, Quem é Você Alasca? e Cidades de Papel pode surtar porque o John Green está de volta. Fiquei em choque quando vi no instastories da Editora Intrínseca mandando notícias sobre o ex-falecido John Green. O melhor disso tudo é que a história tem data para laçamento em Outubro desse ano na gringa, infelizmente ainda não temos previsão para o Brasil.

O livro chama Turtles All The Way Down e conta a história de Aza Holmes de 16 anos, uma jovem mulher, que luta contra uma doença mental enquanto investiga o desaparecimento de um bilionário.  Ainda não temos capa nem nada do gênero, mas já estamos ansiosos.

Queremos no Brasil!




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Heeeey

Desde que ouvi falar sobre estréia de Riverdale já sabia que seria amor a primeira vista, aproveitando minha primeira semana de férias comecei a assistir despretensiosamente e então, como imaginava, foi amor a primeira vista. A série tem seus personagens baseados no Archie Comics, aqui no Brasil ela passa no canal a cabo CW, mas a nossa amada Netflix adquiriu os direitos de transmitir na sua plataforma, infelizmente aqui no Brasil ainda não temos essa série no catálogo. Maaaas, vale apena acompanhar pela CW. Enquanto eu assistia sentia que tinha o mesmo mistério de Pretty Little Liars com o cenário maravilhoso de The Vampires Diaries, curioso (a) confira a sinopse:

Archie Andrews (KJ Apa) ainda é um típico adolescente americano, mas os eventos do verão o fizeram perceber que ele quer seguir uma carreira na música – e não seguir os passos de seu pai Fred (Luke Perry) – apesar de seu relacionamento proibido com a jovem professora de música, Sra. Grundy (Sarah Habel).
Com o peso do mundo em seus ombros, Archie deve procurar um novo mentor de música e encontra Josie McCoy (Ashleigh Murray), mas ela está focada apenas em sua banda, Josie e as Pussycats. Preocupa também sua amizade quebrada com o escritor Jughead Jones (Cole Sprouse).
Enquanto isso, a vizinha Betty Cooper (Lili Reinhart) está ansiosa para rever Archie depois de ficar fora durante todo o verão, mas ela não está pronta para revelar seus verdadeiros sentimentos por ele. E os nervos de Betty, que dificilmente são acalmados por sua mãe dominadora Alice (Mädchen Amick), não são a única coisa que a seguram.
Quando uma nova aluna, Veronica Lodge (Camila Mendes), chega à cidade de Nova York com sua mãe Hermione (Marisol Nichols), há uma inegável faísca entre ela e Archie, mas Veronica não quer prejudicar sua nova amizade com Betty. E ainda há Cheryl Blossom (Madelaine Petsch), Rainha Juvenil de Riverdale, que adora criar problemas entre os outros, embora esteja guardando alguns segredos próprios. (Fonte: Minha Série)

Confesso que a sinopse não conquista muito, mas o trailer sim. Quando vi aquele tom avermelhado/alaranjado que a série tinha, os figurinos me senti assistindo um Grease mais moderno mas com a mesma pegada. A série se passa nos dias de hoje, mas tudo nela faz parecer o contrário.


NÃO CONTÉM SPOILERS

As cores da série parecem um filtro do Instagram, quando comecei a ver pensei que teria uma pegada muito adolescente e que não era tudo isso que estavam dizendo por aí. Embora ela seja sim uma série adolescente os temas paralelos tratados são bem maduros em Riverdale tem tudo o que é típico do ensino médio (casais, rivais, etc..) mas no meio das banalidades um assassinato deixa a pacata cidade se questionando: Quem matou Jason Blossom?.

Quando você começa a assistir parar é impossível, além do cenário e figurinos incríveis as personagens ganham o espectador. Archie (KJ Apa)  é o cara mais típico do mundo, conseguiu entrar no time titular de futebol, tem uma melhor amiga linda, é bonito e além de tudo ainda compõe músicas, claramente ele veio para ser o típico mocinho mas conforme vai se passando vemos que não é bem assim. Fiquei apaixonada por Beronica que é uma dupla composta pela Betty (Lili Reinhart) e a Veronica (Camila Mendes), elas juntas são incríveis! 

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E tem Jughead (Cole Sprouse)  que é aquele personagem misterioso que dá a "liga" na série, ele é um escritor e está tentando escrever um romance sobre a morte de Jason Blossom. Como em toda boa série temos a bitch que se arrepende em uma hora e faz maldade na outra, ela é a Cheryl Blossom (Madelaine Petsch) irmã gêmea do Jason. Todas as personagens parecem ter algo uma com a outra, uma ligação, algo que leva todos eles ao assassinato do Jason e é isso que eu fiquei MEU DEUS ESSA SÉRIE É MUITO BOA DEMAIS! Quase morri quando soube que teria sim segunda temporada.

A série tem um potencial enorme para se tornar o próximo queridinho dos fãs que ficaram órfãos de The Vampires Diaries e dos que ficaram de Pretty Little Liars. Tudo em Riverdale trás aquela familiaridade que os fãs (como eu) tanto gostam nessas duas séries, não, não são séries com temáticas tão parecidas quanto parecem, mas lembram e é o tipo de série que você fica teorizando sobre quem matou e o que está acontecendo de verdade.


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São apenas 13 episódios com duração de em média 40 minutos, não é muito longa e a temporada é curta fazendo com que os episódios não tenham informações que não precisam estar ali. Cada episódio é importante, necessário e não são cansativos, na verdade quando você começa a assistir mal vê a hora passar. Segue o mesmo ritmo de Stranger Things cujos episódios são importantes e não beiram ao desnecessário.

Mesmo com todas essas qualidades ao seu favor as cores são o que mais conquistam, o espectador se transfere por 40 minutos para a pequena cidade de Riverdale e começa a viver a vida deles. Fazia tempo que uma série não me teletransportava para seu âmbito, as últimas séries que tenho visto são apenas "legais" e não contagiantes como Riverdale foi.


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Vale apena dar uma chance para essa série, além do mais sua season finale foi cheia de segredos e fico muito feliz que a segunda temporada esteja conformada para 11 de outubro desse ano, os atores tem dito que a segunda temporada será mais sombria e com mais segredos e eu estou pagando para ver!

Fãs de Riverdale por aqui?