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Título Original: November, 9
Editora: Galera Record
Página: 352
Gênero: Romance e YA
Nota:





Heeey 

Colleen Hoover é meu amor é todos já sabem disso, após ler Talvez Um Dia (resenha aqui) achei que não me apaixonaria mais por suas histórias, mas estava enganada e tenho certeza de que elas vão me surpreender em cada vez que uma nova aventura escrita por ela surgir. Em Novembro,9 nos encantamos e encontramos uma personagem bem mais forte do que a SydneyRidge são (Talvez Um Dia)  mas não um casal tão apaixonante quando Miles e Tate (O Lado Feio do Amor - Ugly Love). Conheçam a história apaixonante da Fallon e do Ben:


Autora número 1 da lista do New York Times retorna com uma história de amor inesquecível entre um aspirante a escritor e sua musa improvável.Fallon conhece Ben, um aspirante a escritor, bem no dia da sua mudança de Los Angeles para Nova York. A química instantânea entre os dois faz com que passem o dia inteiro juntos – a vida atribulada de Fallon se torna uma grande inspiração para o romance que Ben pretende escrever. A mudança de Fallon é inevitável, mas eles prometem se encontrar todo ano, sempre no mesmo dia. Até que Fallon começa a suspeitar que o conto de fadas do qual faz parte pode ser uma fabricação de Ben em nome do enredo perfeito. Será que o relacionamento de Ben com Fallon, e o livro que nasce dele, pode ser considerado uma história de amor mesmo se terminar em corações partidos?

Outras capas:

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Começar um livro novo da Colleen Hoover sempre causa certo frio na barriga, não importa se você é como eu que não lê as sinopses antes de começar ou se você lê. Os romances dela simplesmente despertam algo em seus leitores que não se pode negar, confesso que foi uma angústia a cada maldita página que eu lia. A história da Fallon e Ben sem dúvida me fez roer as unhas e ansiar para terminar ela o mais rápido que eu conseguisse. Não é um romance fácil, não é um dos mais simples e de longe uma doce agonia enquanto continua lendo.

Fallon está se mudança para Nova York e decide se encontrar com o pai antes de ir, acaba então encontrando com Ben que é um escritor amador que literalmente "caí de paraquedas" fingindo ser seu namorado. Depois disso eles passam a ter uma ligação, todavia Fallon vai mesmo embora e eles combinam de se encontrar todo 9 de novembro até eles terem 23 anos. Aparentemente quando começamos percebemos que o Ben aparece muito rápido na vida da Fallon e pode parecer até exagerado demais mas, CoHo tem um jeito inegável de mostrar como os 9 de Novembro estavam interligados.

“Este não é um dos seus contos de fada, Fallon. É a vida real, e no mundo real você tem de dar duro para ter o felizes para sempre!” 
Nesse livro são tratados temas como mentira, ver os dois lados de uma mesma história, entender como perdão é difícil e que mesmo assim ele precisa ser dado a quem se deve, inclusive aceitação é um dos temas destrinchados e quase centrais. Fallon só quer passar despercebida por causa das marcas de queimadura que cobrem metade do rosto e do seu corpo, mas quando Ben aparece na sua vida e eles decidem se encontrar pela primeira vez em dois anos, Fallon se sente bonita novamente.

Como em outros livros dela os capítulos são divididos entre as personagens principais, Ben e Fallon narram os acontecimentos. Ao invés de ficar enrolando, CoHo vai direto para os 9 de Novembro e conta, de maneira bem divertida e rápida, o que aconteceu nos anos em que eles passaram separados um do outro. Dentro das divisões dos novembros, tem os subcapítulos e é exatamente aí que se divide as narrações. Isso deixou a narrativa leve, pessoal, fácil de entender e agonizante, mas de um jeito bom.

"Levei quatro anos para me apaixonar por ele.
Levei só quatro páginas para me desapaixonar."

Para quem já leu outros livros da autora sabe que seus New Adults nem sempre são o que parece, embora tenha se tornado um dos meus favoritos não é o melhor livro da CoHo, não se comparada a Talvez Um Dia ou O Lado Feio do Amor, mas é impossível não se apaixonar por cada palavra escrita por ela nesse livro. Cada situação que acontece deixa o leitor de cabelo em pé, você suspira, chora, torce, tudo isso em algumas páginas.

Com a ligação instantânea do casal faz com que Ben queria escrever um livro sobre a história dos dois, é engraçado porque inicialmente não entendemos o motivo pelo qual Ben quer tanto e quando finalmente entendemos o leitor entende toda a história de uma única vez. É impossível não se apaixonar e compadecer da história, durante todo momento eu só queria devorar a história e me apaixonar cada vez mais por ela.


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Título Original: Ten Thousand  Skies Above You
Editora: Agir Now
Página: 336
Gênero: Ficção
Nota: 








Heeey 


Esse livro foi o responsável por me tirar do mar de leitura de romances, havia lido o primeiro ano passado e mal podia esperar a continuação. Conheci esse livro ainda na gringa e até então ninguém tinha notícias de quando ele seria publicado por aqui. Se procura uma leitura mega diferente e rápida, esse livro é para você:

MARGUERITE CAINE fez o impossível, viajando por dimensões alternativas com o Firebird — uma invenção brilhante criada por seus pais, seu namorado, Paul, e o amigo da família, Theo. Mas ela também chamou a atenção de inimigos poderosos, dispostos a seqüestrar, chantagear e até matar para usar os poderes do Firebird para propósitos escusos.
Quando a alma de Paul é dividida em quatro fragmentos — que se encontram presos dentro de Pauls em outras dimensões —, Marguerite fará qualquer coisa e irá a qualquer lugar para salvá-lo. Mas o preço de seu retorno em segurança é alto. Se ela não sabotar os próprios pais em múltiplos universos, Paul vai continuar perdido para sempre.
Mas Marguerite acredita que é possível salvar seu amor sem sacrificar a família, e para isso pede a ajuda do brilhante Theo. Os dois criam um plano para recuperar Paul e o Firebird, mas para que ele dê certo eles precisarão superar um concorrente genial e vão colocar em risco não só sua vida mas também a de todas as versões de si mesmos em várias dimensões
Desta vez a missão leva os dois aos universos mais perigosos até então: uma São Francisco dividida pela guerra, o submundo do crime de Nova York e uma Paris iluminada onde a outra Marguerite esconde um segredo chocante. Cada salto deixa Marguerite mais perto de salvar Paul — mas sua jornada revela verdades sombrias que fazem com que duvide da única constante que encontrou em todos os mundos: o amor que sentem um pelo outro.

Outras Capas: 

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Após os acontecimentos do último livro, Marguerite volta a viajar entre as dimensões, dessa vez seu propósito é resgatar os fragmentos da "alma" de Paul e a cura para o Theo depois que o mesmo usou do furtanoite uma droga que o "outro Theo" acabou usando. A situação chega a esse ponto porque a Tríade quer usar em todas as dimensões o firebird, eles querem monopolizar essa tecnologia e não permitir que ela seja disseminada por outra pessoa, exceto por eles mesmos. Como ela e a viajante perfeita a Tríade vê nela a oportunidade, mas Marguerite não aceita e por isso acabam fragmentando a alma do Paul.

Marguerite continua sendo a narradora principal do livro, narrado em primeira pessoa estamos na pele dela enquanto viaja pelos mundos tridimensionais. O que me irritou muito durante a leitura foram os flashbacks usado pela Claudia Grey, ficava sempre voltando ao que tinha acontecido no livro anterior e nunca pulava diretamente para a ação e isso foi um pouco irritante e ponto fraco de ler esse livro. Em contra ponto viajamos com a Marguerite para outras dimensões e vemos versões dela mesma.

"Aprendemos nesse meio-tempo que as pessoas cruzam nosso caminho em muitas dimensões, e que não importa o quão diferentes os mundos sejam, o destino sempre nos aproxima."

Nesse segundo livro Marguerite amadureceu muito, vem questionamentos sobre as escolhas que tomamos e porque elas tem consequências. O triângulo amoroso fica totalmente forçado em um momento do livro, embora eu prefira ela com o Theo acho que Marguerite não é necessariamente apaixonada pela versão "real" do Paul, mas é impossível não shippar eles. Não sei ao certo como isso vai se desenrolar já que a Marguerite está bem decidida de quem ama, porém sempre tem aquelas reviravoltas que fazem tudo ao contrário.

Todas as duvidas deixadas no primeiro livro são sanadas no segundo, mas novas dúvidas surgem. O livro tem revelações bombásticas, você mal acredita no que está lendo e implora para que seja mentira mas não. Vê-se que Marguerite não pode confiar em ninguém e que talvez viajar entre as dimensões seja algo que está muito além do seu entendimento. A revelação simplesmente me deixou de boca aberta e espero que no terceiro livro entenda melhor sobre isso.

"As pessoas falam sobre ter o coração despedaçado, mas sempre achei que fosse uma metáfora. Agora realmente parece que foi isso que aconteceu: como se algo precioso dentro do meu âmago estivesse sendo rasgado em pedaços, todos incompletos."

Gosto que é um livro curto, sem enrolações, não tem informações desnecessárias e que não se encaixam na história. O que mais gosto na autora é isso, ela conta tudo em 200 e poucas páginas e você se encanta com a história. É sem dúvida um dos pontos altos da leitura. Vale muito a pena ler e se apaixonar por mais esse volume.  Falar muito traria spoiler, mas a viagem da Marguerite atrás dos fragmentos do Paul foi incrível porque vemos as consequências das suas viagens anteriores.

Foi legal ver mais versões da personagem principal, as viagens são as partes mais legais do livro e eu ficava sempre ansiosa para conhecer outras versões dela. A autora realmente se superou nesse segundo livro, uma leitura divertida, rápida e cheia de aventuras e descobertas incríveis.

"É a habilidade de ver além do que todos ao seu redor. De juntar diferentes conceitos de uma forma que ninguém mais conseguiria. Ser um gênio implica ser original, independente. É o maior elogio que ela pode fazer a alguém."

Leiam e se apaixonem!

Próximo Livro:

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Heeey 

Ontem os fãs de Red Queen (A Rainha Vermelha) foram a loucura com o book trailer de King's Cage (A Gaiola do Rei, em tradução livre) o terceiro livro da série. O livro será lançado dia 7 de fevereiro e será lançado simultaneamente aqui, segundo a Editora Seguinte. 

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No terceiro livro de "A Rainha Vermelha", série best-seller #01 do The New York Times, Mare é forçada a jogar um jogo psicológico de gato e rato com um inimigo antigo e mortal, onde os riscos não são apenas o futuro da Rebelião Vermelha, mas a santidade de sua própria mente.

Agora, veja book-trailer:




E então? Prontos?

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Heeey 

Se você ainda não leu nenhum livro da Kate está chegando uma mega oportunidade, para quem não sabe estou lendo seu romance Debaixo das Minhas Asas, se você quer conhecer o trabalho dela melhor não perca essas oportunidades:

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E pode adquirir também a coleção de contos do qual a Kate faz parte:

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Prontos para adquirir? 


Heeey 

Desventuras em Série deixou de ser apenas uma série de treze livros narrados pelo Lemony Snicket em 2005, ganhou uma adaptação dirigida por Brad Silberling (Reign e Jane The Virgin) e como toda adaptação levantou controvérsia com os fãs da série, embora o elenco contasse com personalidades como  Jim Carrey (Conde Olaf) , Meryl Streep (Tia Josephine) e Jude Law (Lemony Snicket) e tivesse ganhado até um Oscar de melhor maquiagem, não foi exatamente o que os fãs dos livros esperavam. 

Então em 2017 a série ganhou vida novamente, dessa vez em uma série de TV, após ter os direitos comprados pela Netflix. O vilão Cond Olaf dessa vez foi vivido pelo incrível Neil Patrick Harris que particularmente está arrasando na pele do Conde. Para dar vida aos Baudelarie tem os atores mirins Malina Weissman (Violet Baudelarie), Louis Haynes (Klaus Baudelarie) e a Plesley Smith (Sunny Baudelarie). Embora os órfãos sejam atores parcialmente desconhecidos a série conta com atores de conhecidos como: Joan Cusack (Juíza Strauss), Alfre Wooddard (Tia Josephine) & Cobie Smulders (Mãe). Ainda não está convencido (a) de que deve ver? Confira o trailer:



A série conta a história dos órfãos Baudelaire, eles perderam seus pais em um incêndio e logo as três crianças são herdeiras de uma fortuna enorme. Violet é a irmã mais velha, Klaus o do meio e a Sunny é uma bebê muito fofo que rouba a cena durante a série. Eles vão passando por vários tutores e o primeiro deles é o temido Conde Olaf, então a aventura começa. Percebem que o Conde Olaf é um vilão e então eles seguem na busca de um novo tutor mas o Conde dá um "jeitinho" em todos.

Foto Louis Hynes, Neil Patrick Harris

O mais engraçado sobre a série é que ver as crianças passando por uma dezena de adversidades faz com que o espectador não consiga parar até terminar todos os episódios. Você simplesmente pensa a todo minuto coisas como "não pode ficar pior" ou "agora vai dar certo" mas, acontece que não é uma história sobre finais felizes e notamos isso o tempo inteiro. A abertura já começa conquistando e avisando que as desventuras não vão se acabar tão cedo quando pensamos.

O cenário é encantador, mas ao mesmo tempo parece que eles vivem em uma cidade fantástica já que se parece um pouco com nosso mundo mas não é. Por isso não é possível especificar onde a  história se passa ou em que época isso acontece, lembra muito desenhado animado as casas, as roupas, as cores fortes, os tons sombrios. O engraçado é que tudo parece novo e velho ao mesmo tempo. Alguns efeitos especiais são bem visíveis, torna tudo mais irreal e encantador.

Foto Malina Weissman, Neil Patrick Harris

Os Bauldelarie são crianças inteligentes e sempre veem um jeito de sair de situações que parecem serem impossíveis. A série tem uma pegada adulto no sentido de falar livremente ao público infantil sobre morte, perca e até sobre crescer. Não é uma série para crianças apenas, as piadas são bem engraçadas e vemos que fica claro que sempre acreditamos tão pouco em crianças mas que as vezes elas tem razão. Os adultos da série tiram o espectador do sério, pelo fato de eles parecerem tão idiotas e alheios aos problemas enfrentados pelas crianças.

A série é incrível, queria podoer dizer se é fiel aos livros mas ainda não li, entretanto para quem, assim como eu, nunca leu vai ficar com uma vontade enorme de fazer isso. Parece ser ainda melhores do que as adaptações, se você ainda não assistiu a série por qualqluer motivo, comece a ver porque é incrível. Até mesmo os atores tem interpretações incríveis dando vida as personagens.

Foto Neil Patrick Harris


Corre para a Netflix e assiste