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Título Original: Nothing Lasts Forever
Editora: Record
Página: 368
Gênero: Suspense, Mistério.
Nota: 






Heeey  
O livro "Nada Dura Para Sempre" assim como " A Herdeira" foram livros que posso dizer que são raridades de família, meus pais assinavam o Clube do Livro (infelizmente não existe mais) e tinham esses livros. Não tinha nada para ler no feriado e decidi ler esse livro, foi uma das melhores coisas que fiz porque ele se tornou meu livro favorito da vida. Confiram: 

Kate Hunter, Betty Taft e Paige Taylor são as únicas mulheres em um grupo de médicos residentes de um hospital de São Francisco. Além de trabalharem juntas, elas dividem o mesmo apartamento e protagonizam situações, no mínimo, insólitas: a primeira, por pouco não provoca a interdição do hospital; a segunda mata um doente em troca de um milhão de dólares; e a terceira é assassinada. Em "Nada Dura Para Sempre", Sidney Sheldon cria uma trama na qual transitam profissionais da medicina e mafiosos, pacientes e viciados em drogas.

Outras capas: 



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Esse livro foi lido em um dia, sim em um dia. Meus pais são fãs assíduos do Sidney Sheldon, tinham esse livro porque participavam de algo chamado O Clube do Livro (que os faziam receber um livro todo mês em casa), então eu, como boa filha, também me apaixonou por ele. É o Sidney Sheldon, tudo o que eu disser nessa resenha jamais será comparado a sensação de realmente ler ele, Nada Dura Para Sempre é um livro intenso e impossível de largá-lo!


Em Nada Dura Para Sempre temos a história de três médicas residentes a Paige , Kat e Honey. Cada uma delas tem uma história particular que no final se tornam intrínsecas, Beth vulgo Honey sempre fora a ovelha negra da família e por causa disso ao descobrir sua sexualidade ela acaba usando ela para conquistar o que desejava, formou-se em medicina para que enfim pudesse ser o orgulho da família, ela é uma personagem manipuladora mas que é impossível não nutrir amor. Kate é uma médica negra e tem que lidar com as dores do passado e o preconceito por ser mulher e negra (já ouvimos essa história antes, seria em 2017 mesmo?). Paige tem um histórico "médico" na família já que seu pai ajudava na OMS e foi onde ela conheceu Alfred, o homem que pensou ser o amor da sua vida.

O enredo, além de todo o lado obviamente fantasioso, trata assuntos bem reais e atuais como: machismo, preconceito, violência física com a mulher, abuso sexual e desses temas o que mais se sobressaí na minha opinião é o machismo. Elas tem que até mesmo dividir o banheiro com homens e aguentar comentários nada agradáveis, porquê as três são as únicas mulheres residentes. O preconceito fica claro do início ao fim.

É um livro muito intenso, eu poderia ficar falando horas dele aqui e ainda assim não seria capaz de descrever todo esse enredo maravilhoso. O livro é narrado em terceira pessoa, temos descrições incríveis que faz com que você realmente se sinta dentro de um hospital na pele de um residente de medicina, cada descrição deixa o leitor mais perto das personagens e de todo o cenário descrito em San Francisco.

O modo como a história se desenrola  vai apenas atiçando o leitor. O livro se passa em 1990 e vemos que os problemas acerca da mulher como profissional ainda são os mesmos, Sidney retrata isso de maneira austera, impactante, real e sem dúvida o leitor não consegue parar de ler em nenhum minuto. Por isso é um livro incrível!

Foi minha segunda leitura do Sidney Sheldon, o primeiro foi A Herdeira, mas sem dúvida até agora esse é meu livro favorito dele. Leiam e se apaixonem  


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Heeey 

Li o livro escrito por Jay Asher há mais ou menos dois anos atrás, quando soube da notícia de que a série seria produzida por ninguém menos que a rainha das séries originais Netflix soube que apareceria coisa boa. A história é muito forte e chocante, como todos os livros que abordam suicídio tem certas frases que fazem o leitor parar e pensar, afinal tudo que falamos ao outro pode afetar significativamente a vida dele e Hannah Baker é o exemplo perfeito disso.

Trazer esse tema ao catálogo de séries, ao meu ver, torna-se mais eficiente do que palestras sobre bullying nos auditórios das escolas, afinal tudo que é ali falado não sai da "teoria" e por mais que o jovem se identifique (o que sofre ou o que comete) nada muda, mas ver o que de fato acontece quando as palavras são mal colocadas ou intencionalmente danosas é algo que a Netflix soube fazer.

O livro tem cerca de 256 páginas, foi lançado aqui no Brasil em 2009 e infelizmente o preço sempre é salgado.

Os Treze Porquês

Hannah Baker cometeu suicídio. Um dia ela esta na escola e no outro não estava mais. Nunca mais. E não é como se todo mundo sentisse falta dela. Clay Jensen sente. E ele não consegue entender o que aconteceu, o que pode ter levado Hannah a acabar com a própria vida. Mas isso não vai durar muito tempo, porque a garota armou uma forma de fazê-lo entender o que houve. Ele e todos os outros envolvidos. Quando Clay volta da escola, em um dia aparentemente comum, encontra à sua espera um misterioso pacote com sete fitas cassetes com cada lado numerado de 1 a 13. Ao apertar play na número 1 se dá conta que quem está falando é Hannah, e que ela quer compartilhar os motivos que a levaram à morte.





Quanto a série eu estou C-H-O-C-A-D-A! Embora muitas pessoas tenham dito que a série não trás uma solução para a pessoa que quer se suicidar, acho que a questão é essa, que as pessoas em volta percebam mais atenção naquelas que precisam, ao retratar de forma clara o estupro e a cena da morte. Essa indicação não contém spoilers, apenas alguns motivos para que vocês assistam!

Clay recebe as fitas e ao longo de treze episódios  que mostram o que levou Hannah ao destino cruel de morrer sozinha. Para quem já sofreu como Hannah é uma série muito pesada, porque retrata de forma bem direta e real. Sim, existem outros filmes e livros que retratam da mesma maneira como A Lista Negra que claramente mostra os efeitos. A série faz a gente entender, assim como o livro, que tudo o que falamos ao outro não tem como a gene medir o efeito que vai ter.

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A série foi produzida por ninguém menos que a Selena Gomez! Que mostrou-se super envolvida, ela teve muita sensibilidade ao produzir algo com uma temática tão importante quanto o livro escrito por Jay Asher. Além de super engajada em vários projetos ao redor do mundo, ainda se importa com algo grandioso como esse.Além do mais é impossível não se apaixonar pelo elenco! Eles são uns amorezinhos, mesmo que as personagens sejam grotescas os atores que lhe deram vida são incríveis! São tão... parte da série que quase queremos saber mais profundamente da vida de cada um.

Nunca estive em uma posição como a de Hannah mas não posso dizer que nunca estive na posição de quem faz bullying , afinal o adolescente ou a criança são cruéis, mas também estive na posição do Clay, o que vê e nunca faz nada. Por isso ouvir/ver cada uma das fitas causa impacto, você sente de verdade o efeito que falar, fazer ou não falar e não fazer causam na pessoa. A série faz você pensar e uma série que causa esse efeito deve ser vista.

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Conforme as fitas vão passando você deseja que aquilo que aconteceu com a Hannah não se verdade, é cruel e terrível pensar que existem pessoas sofrendo isso a todo momento, inclusive o que acontece nos dois últimos episódios (que tem classificação para maior de 18 anos), mas a série faz a gente ver que o que aconteceu é real e que se não revermos vai continuar acontecendo, mais vidas serão perdidas.

Temos também o fato de que os amigos da Hannah como a Jessica, o Alex e até mesmo aqueles que ela achava que seriam seus amigos foram os principais motivos para que ela deixasse de querer viver. Amigos também podem partir seu coração, é algo que parece mais cruel do que terminar um namoro de muitos anos, mas é verdade. A série enfoca muito nessa questão de amizade, porque também temos que ter cuidado com quem andamos.


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Eu poderia ficar horas e horas falando sobre como a série precisa ser vista, sobre como o suicídio deve ser falado e não é frescura nem motivo para chamar atenção, como o que falamos pode acabar com uma vida. O melhor movimento da série foi o feito no twitter onde a hashtag #NãoSejaUmPorquê tomou contas das redes com o mensagens de pessoas que sofreram e de quem apoia quem sofreu, até mesmo a ajuda procurou.

ASSISTAM E SINTAM O IMPACTO 


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Título Original: P.S. Still Love You
Editora: Intrínseca
Página: 304
Gênero: Romance
Nota: 



Heeey  

Quando li o primeiro no meu aniversário do ano anterior soube que eu era completamente a Lara Jean e que de algum jeito meio estranho eu gostava de me parecer com ela, então tinha que ler a continuação e entender um pouco mais sobre como a história continuaria. Nunca li nada da Jenny Han, tirando esse livro, então não sei dizer se amo tudo que ela escreve mas afirmo que a escrita desse livro é fantástica.


Lara Jean sempre teve uma vida amorosa muito movimentada, pelo menos na cabeça dela. Para cada garoto por quem se apaixonou e desapaixonou platonicamente, ela escreveu uma bela carta de despedida. Cartas muito dela, muito pessoais, que de repente e sem explicação foram parar nas mãos dos destinatários.Em "Para todos os garotos que já amei", Lara Jean não fazia ideia de como sair dessa enrascada, muito menos sabia que o namoro de mentirinha com Peter Kavinsky, inventado apenas para fugir do total constrangimento, se transformaria em algo mais. Agora, em "P.S.: Ainda amo você", Lara Jean tem que aprender como é estar em um relacionamento que, pela primeira vez, não é de faz de conta. E quando ela parece estar conseguindo, um garoto do passado cai de paraquedas bem no meio de tudo, e os sentimentos de Lara por ele também retornam.Uma história delicada e comovente que vai mostrar que se apaixonar é a parte fácil: emocionante mesmo é o que vem depois.

Outras capas:

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Essa resenha é livre de spoilers, mas 
pode conter informações do livro anterior.


Engraçado como histórias de romance podem parecer todas iguais até que as autoras transformam o ordinário em extraordinário, Jenny Han é uma das autoras que tem esse maravilhoso dom, conseguiu transformar problemas do ensino médio em uma história impossível de interromper a leitura, criou uma personagem comum mas ao mesmo tempo tão parecida com quem a lê. Uma leitura relativamente rápida, que o leitor não precisa pensar muito, apenas sentir seriam palavras perfeitas para descrever o que P.S. Ainda Amo Você é.

Na deliciosa continuação de Para Todos os Garotos Que Amei, Lara Jean e Peter finalmente decidem assumir aquela confusão toda como namoro, embora eles sejam totalmente opostos não conseguem mais viver longe um do outro (clichê, mas é amorzinho demais ) então depois dos acontecimentos do final do ano eles fazem as pazes. Lara Jean amadureceu muito desde o último livro, mas ainda vemos todo aquele ar apaixonado presente na adolescência e talvez seja esse o fato que faz ser tão fácil se identificar com ela.


"Sei agora que não quero amar e ser amada pela metade. Eu quero tudo, e para ter tudo, você precisa arriscar tudo."

Além do mais temos o impossível de odiar Peter Kavinsky, não existe uma só parte em que não seja impossível suspirar com tudo que ele faz, o namoro dos dois é tão puro e cara de "Meu Primeiro Amor" que faz com que você queira viver algo puro como aquilo de novo, só beijos, cartas e amor. Eu só queria pegar o Peter a abraçá-lo até que ele parasse de respirar (mania da Felícia haha!), ele continua com aquele jeito despojado e completamente diferente do da Lara Jean que faz com que ele sejam ainda mais amáveis. Ele arrancava muito suspiros durante a leitura. 

Peter tem um novo rival John (no qual também fiquei perdidamente apaixonada) ainda não shippo Lara Jean com ninguém a não ser ele, na verdade ele é um dos garotos que Lara Jean escreveu no passado (já que Kitty acabou enviando as cartas por raiva). Ele é uma fofura, apaixonante, doce, romântico e mais sério que o Peter, mas ainda assim Kavinsky tem meu coração completamente 

"As pessoas entram e saem da nossa vida. Durante uma época, são seu mundo; são tudo. E, um dia, não são mais. Não dá para saber por quanto tempo vamos tê-las por perto"

Kitty está ainda melhor nesse livro! A irmã mais adulta e sensata que a Lara Jean está com a corda toda no segundo volume. Josh praticamente desaparece nesse livro, exceto nas partes em que ele é citado, fora isso ele deixa de ser o centro das atenções como no livro anterior. Conhecemos nesse livro a Stormy uma senhora do asilo em que Lara Jean trabalha e devido a uns acontecimentos temos até um debate (muito curto) sobre feminismo, sobre coisas que são "conquistas" para homens e "vergonha" para meninas.

Jenny Han trata o amor adolescente de um jeito diferente porque mesmo que seja o famoso e adora clichê "o popular com a quietinha" vemos que no fundo amor adolescente sempre será mais gostoso que os outros. Até mesmo a Margot parece menos madura em relação a irmã mais nova no quesito relacionamentos, por isso o livro é incrivelmente apaixonante e cativante.


"- Você está planejando partir meu coração, Covey?
- Não. E tenho certeza de que você não está planejando partir o meu. Ninguém nunca planeja.
- Então coloque isso no contrato. Peter e Lara Jean prometem não partir o coração um do outro."


Lara Jean se tornou uma das melhores personagens de YA que li ultimamente, um livro que eu fiquei QUERO MORAR DENTRO DELE! Cada capítulo um jeito novo de se apaixonar pelo elenco criado pela Jenny Han! Eu só queria ficar lendo e lendo e nunca acabar. A leitura arrancava de mim sorriso bobos em lugares públicos, você ao ler vai sentindo que faz parte da história de amor da Lara Jean e do Peter.

Eu poderia facilmente falar desse livro o dia inteiro! Mas apenas leiam e se apaixonem  

Próximo Livro  

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Ele está com previsão de lançamento simultânea pela
Editora Intrínseca em Abril de 2017, ainda não tem capa
nacional, mas deve sair em breve.



Pelo Ralo






Título Original: Pelo Ralo - Poesias Que Se Foram
Editora: Scortecci
Página: 50
Gênero: Poesia
Nota: 




Heeey  

Esse livro chegou até mim pelas mãos do próprio autor, embora eu não seja fã ou leitura assídua de poesia decidi resenhar mais esse livro. Poesia é um gênero difícil de se resenhar porque o leitor tem que sentir o que de fato está escrito, além do mais não se trata de uma história corrida com começo, meio e fim. Por isso essa resenha foi complicado de fazer.

Um livro de poemas, de histórias escondidas em seus versos, um livro de amor entre a escrita e a leitura, o autor e leitor, a vida e a alegria. Em tom jocoso, Ítalo Anderson convida-nos a um passeio por nós mesmos, para explorarmos nossos amores antigos e recentes, viagens, dúvidas, receios, o vir-a-ser. Metalinguisticamente, propõe a palavra à palavra, jogando, brincando, questionando, refletindo, atualizando conceitos. Jovem, de espírito livre e centrado, o autor repassa seu universo literário, artístico, como um espelho, a refletir o que pensa e sente. Tudo isso provoca no leitor sorrisos, vontade de ir e vir, ficar, amar e estar solitário. Dá uma coisa de ir com o livro Pelo Ralo passear por aí, caminhar numa bela tarde, curtir boa companhia e, sobretudo, boa leitura.

Para ser um escritor de poema acredito que a pessoa precise de mais do que a simples vontade de escrever, não que os outros não precisem, mas o poeta precisa ter em si um sentimento aberto e a facilidade de rimá-los sem parecer infantil. 

O Itálo Anderson sem dúvida é uma dessas pessoas que sentem as palavras e os sentimentos, fazer uma resenha de um livro que apenas lendo faz sentido para o leitor é difícil, eu poderia passar o dia falando de como as poesias dele são incríveis, mas ainda assim não fazia sentido para você que lê essa resenha.

As poesias, algumas delas, tem um ar pesado, paradoxal, complexas mas de algum sentido esquisito ela faz totalmente sentido ao sentido para o leitor. Pode até parecer inicialmente que as palavras mais "foras do cotidiano" presentes na poesia façam com que ela perca o sentido para quem (assim como eu) está acostumado com os maravilhosos YA e as espetaculares fantasias, mas o Itálo escreve com tanta fluidez que é como ler um pouco de você em cada poesia.

Já que em ti confiote digo um segredoHá uma linha que divide meu caminhode um lado, meus sonhosdo outro, meu medo.

É engaçado ler o que o Itálo escreve por que parece que somos velhos conhecidos, que todos os meus problemas e sentimento são do conhecimento dele. De um jeito que só um bom poeta poderia escrever, suas poesias transcrevem de forma verdadeira o sentimento, não só os sentimentos bobinhos mas até mesmo os mais complexos.

Poesias e poemas continuam não sendo meu gênero favorito, não leria qualquer livro sobre o gênero mas leria sem dúvida sobre as coisas que o Itálo escreve.

Só uma taçasó uma camasabe o que me seduzpra que tanto drama?
Você me amarrae me joga na camavocê me apalpae me joga na lama.

Leiam e se apaixonem por esse livro.



Heey  

As postagens andam paradas por aqui, eu sei, só essa semana já quis desistir muitas vezes porque a faculdade enlouquece qualquer um, em um tempo que tive estava aproveitando a frente fria que chegou em São Paulo debaixo dos cobertores, então pensei em alguns livros, não necessariamente dramas, que tem essa carinha melancólica e que podem facilmente serem lindos em um único dia de frio.

Acompanhem então 7 livros para serem lidos em dias frios com uma música que certamente lembrará a história:


Depois de Você

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Como não associar as histórias românticas da Jojo Moyes com um dia friozinho? Esse livro pode facilmente ser lido em um dia, na icônica continuação de Como Eu Era Antes de Você, a Jojo trás uma Lou completamente diferente da garota divertida que conhecemos no primeiro livro, superar a morte dele está sendo difícil, mas a vida trás tantas surpresas para Lou em Depois de Você que mesmo as partes mais paradas do livro são interessantes de ler, não é apenas uma continuação de um livro com um final arrebatador e cruel, tiramos várias lições sobre como viver bem com a Lou, vemos a perda, a depressão, tudo isso de um jeito que só a Jojo poderia nos apresentar.






Eleanor & Park

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Esse livro é de uma sensibilidade incrível, Eleanor & Park pode ser lido em menos de um dia, a história é cativante, emociante e muito triste. A história nos pega do início ao fim, contando a história de duas pessoas que não tinham muito em comum além do amor por HQ's e o ônibus que pegavam para ir a escola. Rainbow Rowell faz nosso coração saltar do peito a cada curto capítulo, uma história que sem dúvida não se apagará da sua mente tão cedo.








Como Salvar Uma Vida

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Aquele livro que pode mesmo salvar a vida de alguém, a do próprio leitor talvez, uma história de muita sensibilidade e delicada. A leitura pode ser feita em algmas horas depois de iniciada, é reflexiva mas ao mesmo tempo tão simples e apaixonante que o leitor fica impressionado ao ter contato com a história da Sara Zarr



Carta de Amor aos Mortos

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Quando se inicia esse livro parece ser impossível não terminá-lo imediatamente, Carta de Amor aos Mortos é um livro reflexivo, cheio de lições úteis para vida. Quando terminei queria pegar a Ava Dellaira e dar um beijo nela, a Seguinte sempre procura livros tão amorzinho para lançar que sei que a equipe deles é sim muito sensível.



Entre o Agora e o Nunca

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EU AMO A J.A. REDMERSKI  ❤ Ela é uma das minhas escritoras de romance favorita, minha segunda favorita na verdade, quando comecei a ler esse livro me apaixonei pelo Andrew de um jeito que não conseguia parar de ler, é uma leitura para relaxar, esquecer um pouco livros com temáticas muito "pesadas". Um romance bem gostoso de ler, cheio de revira voltas, muuuuitas cenas bem hot e claro muito amor envolvido. 




Para Todos os Garotos Que Já Amei


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Engatei na continuação P.S. Ainda Amo Você e só tenho a dizer o quão apaixonada sou pela escrita simples da Jenny Han e quando li esse primeiro livro foi apaixonante! É muito fácil se identificar com a história toda, aquele livro bem levinho e que faz a gente ler em um dia e querer reler a todo momento. Ela retrata o amor de um jeito tão simpels e real que chega a ser engraçado de ler coisas normais desse jeito.


A Playlist de Hayden


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Aquele livro no estilo Os 13 Porquês que leva o leitor a uma reflexão muito profunda mas ao mesmo tempo não tem uma escrita pesada e depressiva, o fato de tratar de assuntos pesados como suicídio leva o leitor a crer que será um livro depressivo mas não é bem assim. Ler em um dia é bem fácil, você lê e ainda consegue trazer uma lição para a própria vida.


Escute: Jess Glynne - Take Me Home











Quais desses faria parte da sua lista?